PC para games vem com 8 GB de memória RAM

•Outubro 3, 2008 • Deixe um comentário

 

São Paulo, 2 de outubro de 2008 – A Acer lançou no mercado americano um desktop voltado especialmente aos gamers, o Predator, da linha Aspire. A configuração é poderosa, mas o preço é correspondente: são duas versões, uma de US$ 1.650 e outra de US$ 2.200, ambas equipadas com 8 GB de memória SDRAM e sistema operacional Windows Vista Home Premium de 64-bits. O gabinete é estilizado, nas cores preto e laranja.

O modelo de entrada vem com processador Intel Core 2 Quad Q9300 de 2,5 GHz e placa de vídeo 512MB GeForce 9600 GT. Já a máquina mais cara tem um Intel Core 2 Quad Q9550 de 2,83 GHz e chip gráfico 512MB GeForce 9800 GTX. De acordo com a fabricante, elas suportam, respectivamente, até dois ou três discos rígidos de 640 GB cada.

Nokia 5800 Tube – Primeira foto oficial já está na rede!

•Outubro 2, 2008 • Deixe um comentário

 

 

Previsão de gadget do dia para esta quinta-feira, 02 de outubro: lançamento do Nokia 5800 Xpress Music, ou Nokia Tube, ou simplesmente o primeiro Nokia touchscreen. Será que é aquele do Batman?

Primeiro, vamos acalmar os ânimos: não é um N-series (até onde os rumores indicam) ou um aparelho topo de linha (um tiro naquele que escrever “iPhone killer” a partir de amanhã: já existem inúmeros “killers” por aí). A Nokia já falou que é um aparelho mid-range e que quer popularizar os dispositivos sensíveis ao toque.

Especificações ainda não confirmadas: Symbian S60 (”Taco 5 OS”), 3G (2.100 MHz) e quad-band GSM, Wi-Fi, tela de 640 x 360 (3,2 polegadas), câmera de 3,2 megapixels com flash, Bluetooth com suporte a A2DP, A-GPS, saída para TV e fone de ouvido 3,5 mm, mede 111 x 52 x 15,5 mm e pesa 109 gramas, além de aceitar um cartão microSD. Um site dos EUA diz ter o telefone já em pré-venda, desbloqueado, por US$ 499.

Tudo isso, claro, a se confirmar por volta das 13h30 desta quinta. Pode ser uma revolução pra Nokia ou um tiro no pé, se a interface sensível a toque for ruim.

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Confirmado: sim, é 3,2 megapixels na câmera, GPS, mapas, alto-falantes, browser com Flash (yay!), touchscreen (diz o AAS, ao vivo de Londres)

LHC (Grande Colisor de Hándrons)

•Outubro 2, 2008 • 1 Comentário

 

 

Cientistas de mais de 50 países participaram da construção do maior acelerador de partículas do mundo, uma máquina gigantesca que levou cerca de quatorze anos para ser construída e um gasto de aproximadamente US$ 8 bilhões. Essa parece ser a mais ambiciosa experiência de todos os tempos, experiência que tem como foco principal a recriação do Big Bang, a explosão que teria dado origem ao Universo. Localizada entre a França e a Suíça, essa máquina está construída em uma profundidade de cem metros e tem extensão de pouco mais de 27 quilômetros. Essa aparelhagem possui quatro pontos principais nos quais foram construídos gigantescos detectores construídos especialmente para poder detectar e visualizar as partículas tão pequenas que é preciso juntar milhões delas para formar um grão de areia.

Essa ambiciosa experiência tem a participação de cientistas de vários países, dentre eles o brasileiro Carley Martins. Nenhum país está disposto a gastar sozinho uma quantia tão exorbitante quanto essa que foi gasta na construção desse incrível e gigantesco equipamento, isso faz ver que o espírito de cooperação e colaboração é de grande importância para que o projeto realmente seja concluído.

No dia 10 de setembro de 2008 os túneis do maior acelerador de partículas do mundo, denominado LHC (sigla para Grande Colisor de Hándrons), foram carregados com os primeiros feixes de prótons, que é uma das partículas que formam o átomo. A Grosso modo, o LHC funciona como um “rodoanel” para prótons, onde eles poderão ser acelerados até 99,99% da velocidade da luz. Esses túneis possuem imensos e poderosíssimos imãs supercondutores que têm a capacidade de acelerar e fazer o desvio da rota dessas partículas, fazendo com que elas girem em sentidos opostos e se choquem. Com esse choque dos prótons os cientistas esperam recriar o big bang, a explosão que deu origem ao universo. Após o choque, os prótons despedaçados devem liberar milhões de partículas menores que os cientistas teorizam que possam existir. Essas partículas originadas do choque dos prótons foram denominadas pelos cientistas de partículas de Deus ou Bóson Higgs. Segundo as teorias dos cientistas elas seriam as responsáveis pela criação de todo o universo.

Apesar do grande gasto nessa mais nova e gigantesca experiência, existem grupos que buscam na justiça fazer com que o experimento seja interrompido. Eles alegam que essa experiência pode ocasionar o fim do mundo, pois a colisão dos prótons pode formar um buraco negro com uma concentração de energia tão grande capaz de sugar tudo que está ao seu redor.

Teoria da Relatividade

•Outubro 2, 2008 • 2 Comentários

 

 

Teorias propostas pelo físico Albert Einstein que revolucionam a física no século XX. As duas teorias: da Relatividade Restrita e da Relatividade Geral – sustentam a noção de que não há movimentos absolutos no Universo, apenas relativos. Para Einstein, o Universo não é plano como na geometria, nem o tempo é absoluto, mas ambos se combinam em um espaço-tempo curvo. Enquanto para a geometria clássica a menor distância entre dois pontos é a reta, na teoria de Einstein é a linha curva.

Na verdade, as duas teorias formam uma só, mas são apresentadas por Einstein em momentos diferentes. A Teoria da Relatividade Restrita é proposta em 1905. Com base nela são postulados o princípio da relatividade – isto é, que as leis físicas são as mesmas em todos os sistemas de referência inerciais – e o princípio da constância da luz. De acordo com a relatividade restrita, se dois sistemas se movem de modo uniforme em relação um ao outro, é impossível determinar algo sobre seu movimento, a não ser que ele é relativo. Isso se deve ao fato de a velocidade da luz no vácuo ser constante, sem depender da velocidade de sua fonte ou de quem observa.

Com isso se verifica que massa e energia são intercambiáveis – o que resulta na equação mais famosa do século: E = mc² (energia, “E”, é igual à massa, “m”, multiplicada pelo quadrado da velocidade da luz, “c²”). Um dos empregos dessa fórmula é na energia nuclear, seja em reatores para produzir eletricidade, seja em armas nucleares. Uma massa pequena de urânio ou plutônio, de alguns quilos, basta para produzir uma bomba capaz de destruir uma cidade, pois a quantidade “E” equivale a “m” multiplicado pelo quadrado de 300 mil km/s.

Também se depreendem da relatividade restrita fenômenos de que o senso comum duvida: para um observador parado, um relógio em movimento parece andar mais devagar do que um relógio estacionário, ou a massa de um objeto aumentar com sua velocidade. A Teoria da Relatividade Geral , de 1916, amplia os conceitos a outros sistemas, como os sistemas de referência acelerados, e às interações gravitacionais entre a matéria. Einstein explica essas interações como resultado da influência dos corpos – como os planetas – na geometria do espaço-tempo curvo (um espaço de quatro dimensões, sendo a quarta, o tempo). A confirmação prática disso vem em 1919, quando é possível notar a curvatura da luz das estrelas ao passar perto do Sol durante um eclipse solar .

Esta Teoria, desenvolvida matematicamente por Einstein, leva a conclusões tais como: (1) velocidade da luz no vácuo é constante e independe da velocidade relativa da origem e do observador ; (2) a velocidade da luz é um máximo que a velocidade de um corpo material nunca poderá atingir; (3) as formas matemáticas das leis da Física são invariáveis em todos os sistemas inertes; (4) a massa de um corpo depende da sua velocidade, ou seja, existe equivalência de massa e energia e de mudança de massa, dimensão e tempo com o aumento de velocidade; (5) o tempo é uma quarta dimensão, relativa ao espaço ” Uma extensão da teoria de Einstein inclui gravitação e o fenômeno da aceleração relativa.

A compreensão moderna do Buraco Negro é toda baseada na Teoria da Relatividade Geral. O buraco negro é formado a partir dos restos da explosão de uma estrela com massa dezenas de vezes superior à do Sol. Esse processo ocorre quando a estrela esgota seu combustível termonuclear interno, passando a se contrair e elevar intensamente a temperatura. O resultado é uma grande explosão e resíduos extremamente condensados. Caso essa massa remanescente seja superior a duas ou três vezes a massa do Sol, a sua densidade passa a crescer indefinidamente. O campo gravitacional criado torna-se tão forte que não deixaria nenhum tipo de radiação escapar, caracterizando o buraco negro .

Teoria do Caos

•Outubro 2, 2008 • 1 Comentário

 

A teoria estabelece que uma pequena mudança ocorrida no início de um evento qualquer pode ter conseqüências desconhecidas no futuro. Isto é, se você realizar uma ação nesse exato momento, essa terá um resultado amanhã, embora desconhecido. O meteorologista norte-americano Edward Lorenz descobriu, no início da década de 1960, que acontecimentos simples tinham um comportamento tão desordenado quanto à vida. Ele chegou a essa conclusão após testar um programa de computador que simulava o movimento de massas de ar.

Em busca de uma resposta Lorenz teclou um dos números que alimentavam os cálculos da máquina com algumas casas decimais a menos, na expectativa de que o resultado tivesse poucas mudanças. No entanto, a pequena alteração transformou completamente o padrão das massas de ar. Segundo ele seria como se o bater das asas de uma borboleta no Brasil causasse, tempos depois, um tornado no Texas. Fundamentado em seus estudos, ele formulou equações que demonstravam o “efeito borboleta”. Origina-se assim a Teoria do Caos. Alguns cientistas concluíram também que a mesma imprevisibilidade aparecia em quase tudo, do número de vezes que o olho pisca até a cotação da Bolsa de Valores. Para reforçar essa teoria, na década de 1970 o matemático polonês Benoit Mandelbrot notou que as equações de Lorenz coincidiram com as que ele próprio havia feito quando desenvolveu os fractais (figuras geradas a partir de fórmulas que retratam matematicamente a geometria da natureza, como o relevo do colo, etc.). A junção do experimento de Lorenz com a matemática de Mandelbrot indica que a Teoria do Caos está na essência de tudo, dando forma ao universo.